Eu pago mico

on 4 de jan de 2010

Eu não sei pq eu sempre participava das coisas fantasiosas mais esquisitas do colégio, tipo apresentações de danças non-sense.
Segue abaixo um ano que fiz uma apresentação e em teoria eu era tipo uma semi-Carmem Miranda.



Vergonha alheia (E tb muita vergonha alheia do menininho ali atrás que eu nao faço idéia de quem é). Acho que por isso sou assim hoje. Vergonha-less.

dodge-ball

on 15 de dez de 2009

Na 3a série a gente foi morar em São José do Rio Preto. Na escola de lá, as crianças eram alucinadas por queimadas. Nunca vi coisa igual. Na hora do recreio, era um pega pra capar pra pegar "campo" e jogar queimada. Consequentemente, por motivos de sobrevivência social, eu aprendi a jogar queimada. Não era das melhores, mas pelo menos nunca era a última a ser escolhida pra entrar no time.

Aí na 4a série voltamos novamente para Ponta Porã. Nos primeiros dias de escolinha fiz amizade com 2 coleguinhas que não eram as criançinhas mais populares da sala. As mais populares, obviamente eram as patyzinhas loiras que tinham casas com piscina e andavam com os menininhas loiros de olho azul.
Nesses primeiros dias de aula, a professora pediu para fazermos grupinhos pros trabalhos, e fui convidada pelos meus coleguinhas non-populars a participar do grupo. Eu já tinha dado um verbal agreement, mas não estava no papel ainda.

E aí tivemos a aula de educação física, que mudou a minha trajetória social infantil.
Adivinha! Era dia de queimada mista! Pra quem jogou todos os dias por 1 ano inteiro, comparada às demais crianças lá de Ponta, eu era fueda!
Logo depois do jogo, o grupo das meninas loiras populars me chamaram e me convidaram para me juntar ao grupo delas de trabalho.

Aceitei a proposta e nunca mais sentei com os 2 amiguinhos que haviam me acolhido nos 1os dias. Acho que foi aí que começou minha bitchness.

Pula fogueira

on 12 de ago de 2009

Diz a lenda que criancinhas bonitinhas ficam feias qdo crescem. E eu realmente acredito nisso, pq eu era fofa pra porra qdo criança.



Olha eu dançando na festa junina da escola. Eu amava as festas juninas. Engraçado é o meu vestido. Todo mundo usava vestidos de caipira meia-boca e meu vestido era um vestido de verdade. Acho que minha mãe não tinha noção mesmo. Por isso que eu tenho essa mania de princesa e de princesa não tenho nada.



Não tenho mais contato com o menino que está dançando comigo e eu não to com saco pra revirar o orkut e stalkear. Mas ele foi um dos meus amigos mais antigos na escola. Estudamos juntos por praticamente 10 anos. Qdo criancinha ele era bem fofo, depois chegou na fase moleque chato que bate nas meninas, depois entrou numa fase vagabunda criança-problema e na adolescência ficou um bonitinho mas pega nín-guem de corsa roxo.

Ave Maria!

on 27 de jul de 2009

Eu estudava numa escola católica, aulas de religião toda semana, etc.
E nessa, todo dia de manhã éramos obrigados a rezar na sala de aula, aqueles esquemas de voz alta, uma Ave Maria ou Pai nosso.
E num dia desses, eu devia ter uns 7 anos, estávamos todos de pé rezando, e aí uma janela se soltou da parede e caiu na cabeça de um menino.
Nesse momento eu pensei, já com meu humor negro infantil o quão irônico foi aquela situação.
E talvez nasceu nesse evento, a minha descrença pelos rituais religiosos.

Ps: Ele não morreu e nem ficou desfigurado. Um galo, maybe.

Projeto Uni-ball

on 22 de jul de 2009

Sabe aqueles projetos de escola que fazem os pais comprarem materiais, você leva, e volta com um projeto sem pé nem cabeça tipo aqueles pratos de palito de sorvete?
E sempre é surpresa né? A escola nunca conta direito o que é que você vai fazer.
Lembro que uma vez eles pediram para levar bolas de natal. Como meus pais não falam muito português, sempre fui bem independente e comprava as coisas sozinha. Eu mesmo lia os pedidos das professoras e resolvia sozinha. Aí, peguei o dinheiro, fui na papelaria, e ao invés de comprar bolinhas de natal, eu comprei uma MEGA bola! Do tamanho de uma bola de baseball!
No dia seguinta na aula... O projeto era montar uma mini-arvore de Natal! A professora entregava uns mini galhinhos e você ia pendurando e enfeitando. Voltei pra casa com um galho feio torto com uma bola única monstra.
E eu fiquei triste.

Eu sou fofa pra porra

on 17 de jul de 2009

Lá em Ponta Porã eu era a rainha dos vestidos. Não sei o q aconteceu, mas acho que a minha mãe, antes de vir para o Brasil, comprou um estoque de vestidos fofos de Taiwan. Provavelmente ela já tinha noção da várzea fashion de Ponta, então eu tive vestidos e mais vestidos fofos por anos e anos. Fora que mãe tem mania de comprar numeros maiores para não "perder" logo de cara.

O engraçado é que agora eu vejo as fotos e acho tudo lindinho. Na época eu achava um pé no saco. As demais meninas vestidas de conjunto moletom do Mickey eram mais felizes do que eu,
com certeza. Eu só fui ter um tênis lá pelos 8 anos, só porque ganhei de presente. Se dependesse da minha mãe, seriam sapatinhos boneca, para todo o sempre.
Conforme já dito anteriormente, rolava uma nóia de ter uma filha Lady Di. Eu lembro até que numa das brincadeiras com meu pai, ele me fazia andar com um livro na cabeça, para aprender a andar elegantemente em linha reta. Que brincadeira de merda, hein?

O melhor de tudo isso é que não adiantou nada. Minha mãe até hoje fala que eu era uma princesa fofa quando criança, e não sabe como me tornei uma ogra da floresta.

Olha aí eu vestida de marinheirinha, mas brincando de carrinho controle remoto. Não teve jeito mesmo. Tava no sangue.

Doggie

on 15 de jul de 2009

Eu tive um cachorro lá em Ponta Porã. Foi o primeiro e único cachorro que tive na minha vida.
Ele era um pequinês e tinha nome em chinês. A tradução porca seria tipo "Comportadinho", ou "bom menino". O único episódio que lembro do cachorro é que uma vez, ele ficou bêbado. Sim, na minha mente de criança de 6 anos ele estava bêbado. Hoje não consigo dizer o que ele tinha. Mas ele ficava se enrolando na corrente que era a coleira dele e não deixava ninguém chegar perto p/ soltar e me mordeu quando fui tirar a bagaça dele. Sei la, acho que ele era suicida. huahuhauha

Aí um dia uma amiga levou ele no supermercado, deixou amarrado na porta e ele sumiu. Foi comprar cigarros e nunca mais voltou.

Licca-Chan, a Barbie japoronga

on 12 de jul de 2009

Nossa, estava lendo uns blogs por aí e esbarrei na minha Barbie Japa comprada no Japão em 1985! Ela se chama Licca-Chan!!! E tem até vídeo no Youtube!


Aulinhas de menina

on 10 de jul de 2009

Meu pai sempre foi noiado em me fazer ser a menina mais lady possível. Então cheguei a fazer aulas de balé, que eu abandonei bem rápido. Mas piano eu cheguei a fazer por anos, acho que foi desde os 7 anos até os 14, fazia recital, etc. Hoje eu já não lembro de mais nada.


Uma das minhas primeiras aulas de piano foi com uma professora gordona e as aulas eram na casa dela. Um dia, eu estava sentada na cadeira do piano e com a mão apoiada na cadeira também. Ela sentou do meu lado EM cima da minhã mão e não percebeu. Ela tocou a música inteira sentada na minha mão e eu fiquei com vergonha de falar.
E hoje eu sou maneta. Dããã... Brincadeiraaaaaaaa!

Parabéns pra mim

on 6 de jul de 2009

Feliz aniversário para mim mesma!

Qdo eu estava na escola, odiava a epoca que caia meu aniversário, pq sempre era férias e um frio do cão.
E a minha mãe deixava eu escolher qualquer brinquedo que eu quisesse da nossa loja. Mas era meio nonsense, já que eu tinha acesso a tudo diariamente.
Lembro que depois eu comecei a querer brinquedo de grife, coisas da Estrela. Aí a gente ia na loja especial da Estrela, e eu comprei uma super massa que fazia uns shapes esquisitos.
Teve também um aniversário que eu pedi o boneco Ken, pra namorar a minha Barbie falseta já que não fazem Kens falsificados, sabe deus pq. Eu tinha também uma Barbie japonesa que meus pais compraram pra mim no aeroporto do Japão. Ela era mais baixinha, dobrava todas as articulações e tinha olhos de mangá. Então ela era a filha do Ken da estrela e da Barbie paraguaia.